Estado de Alagoas

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Educação de Jovens e Adultos

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – GEEJA/SEE/AL

 

Histórico da Educação de Jovens e Adultos

 

A trajetória da educação de jovens e adultos no Estado de Alagoas esteve sempre atrelada a campanhas nacionais ou nelas inspirada, cujos objetivos foram sempre ensinar as pessoas jovens e adultas a lerem e a escreverem o próprio nome, em menor espaço de tempo possível. Como exemplo, registram-se as diversas campanhas desencadeadas em diferentes momentos da história da educação brasileira, como a de 1947, no governo de Gaspar Dutra, passando pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, durante a ditadura militar, até o Programa Alfabetização Solidária – PAS, em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso. As campanhas aliaram-se aos déficits do atendimento no Ensino Fundamental, provocando o aumento em números absolutos de jovens e adultos analfabetos, dificultando o acesso e a conclusão da escolaridade mínima garantida constitucionalmente a todo cidadão brasileiro. Esse tipo de atendimento, além de frustrar as expectativas da população em escolarizar-se, confere, ao Estado de Alagoas, as piores posições nas estatísticas educacionais da região Nordeste e do País. Em termos de oferta de Educação de Jovens e Adultos, em Alagoas, somente têm fugido desse modelo tradicional alguns poucos ensaios isolados que, infelizmente, não conseguem ter continuidade e, conseqüentemente, efetividade, por ausência total de políticas públicas capazes de garantir regularidade e permanência no que se tem esboçado.

            A proposta de inclusão da Educação de Jovens e Adultos no Plano Estadual de Educação fundamenta-se na concepção de alfabetização de caráter e natureza populares, que supera a idéia de campanhas emergenciais e compensatórias. As campanhas de alfabetização no Brasil sempre consideraram o analfabetismo como um mal a ser combatido, em períodos estanques.

            Na concepção defendida nesta proposta, o Estado responsabiliza-se pela exclusão escolar dos jovens e adultos analfabetos, assumindo junto com a sociedade civil organizada a promoção da escolarização desse segmento da população. Nessa perspectiva, o analfabetismo é visto como conseqüência da exclusão social, que deve ser superado, por meio de políticas de educação que devem garantir a permanência na escola, até a conclusão do ensino médio.

            Assim, a alfabetização inserida na concepção de letramento[1] , compreende duas dimensões:

a)     uma individual, que envolve os aspectos relativos ao processo de apropriação da base alfabética da linguagem na modalidade escrita.

b)     e outra sociocultural, que se refere às possibilidades e variedades de uso da leitura e da escrita na vida social, respondendo às suas necessidades, em diferentes contextos e com diferentes objetivos e interlocutores.

Dessa forma, estamos assumindo a alfabetização ao longo dos anos de estudos como parte da política de Estado, garantindo, assim, o direito subjetivo expresso na Constituição de 1988, no seu artigo 208, que assegura a todos os cidadãos brasileiros, independentes de idade, o direito à escolarização fundamental. Esse direito, em sendo um direito social, é também um direito humano.

Entre os resultados apresentados pela Primeira Pesquisa Nacional sobre Alfabetismo[2] (2001), a escolaridade representa um fator decisivo na promoção do letramento da população, pois, somente as pessoas que cursaram pelo menos a oitava série apresentaram domínio das habilidades de leitura e escrita, fazendo uso mais intenso e diversificado em vários contextos.

            A trajetória da educação de jovens e adultos no estado de Alagoas foi sempre, como já assinalado, atrelada a campanhas nacionais. Como exemplo, temos campanhas estaduais concomitantes desencadeadas em diferentes momentos da história de Alagoas.

            Aliam-se a isso os déficits do atendimento no ensino fundamental que permitiram que jovens e adultos não tivessem acesso ou não concluíssem o ensino fundamental na idade regulamentada por lei. Isso, ao longo do processo histórico que vem se desenvolvendo desde a colônia, permitiu um crescente índice de analfabetos, acima de 15 anos de idade, conforme observamos na tabela a seguir:

 

 

Pessoas analfabetas de 15 anos ou mais de idade, segundo as Grandes Regiões da Federação – 1999.

Grandes Regiões da Federação

Total

%

Brasil

22.558.222

13,3

Norte

1.495.653

11,6

Nordeste

12.686.405

26,6

Sudeste

5.639.193

7,8

Sul

1.957.003

7,8

Centro-Oeste

1.254.608

10,8

Alagoas

924.688

32,8

Fonte: IBGE. Censo Demográfico - 2000

            Os dados acima revelam que a taxa do analfabetismo acima de 15 anos em Alagoas (32,8%) é mais elevada até do que a do Nordeste (26,65%) e mais do dobro da taxa nacional, que é de 13,3% , na mesma faixa etária. 

            O quantitativo de analfabetos agrava-se muito mais quando verificamos os dados relativos ao analfabetismo funcional, representados, segundo o IBGE, por pessoas que não concluíram as quatro primeiras séries do ensino fundamental, na proporção de 47,4%,conforme podemos visualizar na tabela abaixo:

Analfabetismo funcional das pessoas de 15 anos e mais de idade, segundo as Grandes Regiões da Federação – 1999.

Grandes Regiões da Federação

Total

%

Brasil

43.233.426

29,4

Norte

3.271.199

28,7

Nordeste

16.173.164

46,2

Sudeste

14.864.769

22,3

Sul

5.042.946

21,8

Centro-Oeste

2.808.139

27,1%

Alagoas

897.985

47,4%

Fonte: IBGE. Censo Demográfico – 2000

Diante da realidade acima esboçada, o Fórum Alagoano de Educação de Jovens e Adultos apresenta neste PEE/AL, como base, uma prática alfabetizadora de natureza e caráter populares que supere a idéia de campanha assistencialista e de caráter compensatório. As campanhas sempre encararam o analfabetismo como um mal que precisa ser combatido em período estanque. Além de conceberem o sujeito analfabeto como o principal responsável por não ter freqüentado a escola, e, quando a freqüentou, não ter aprendido e não ter se alfabetizado. Nesta proposta defendemos que o Estado, juntamente com a sociedade civil, devem se responsabilizar por saldar esta dívida com estes sujeitos, os quais têm sido discriminados, por terem sido excluídos do processo de escolarização. Estas políticas devem também proporcionar a essas pessoas a devida permanência na escola, que não deve ser de apenas um ano, mas que possibilitem a conclusão dos estudos até o Ensino Médio, para que não sejam futuros analfabetos funcionais.

Diretrizes POLÍTICO-PEDAGÓGICAS

              Admissão, pelas instâncias públicas, nos níveis federal, estadual e municipais, de sua parcela prioritária de responsabilidade na exclusão escolar dos jovens e adultos analfabetos e reconhecimento dos níveis de exigência de conhecimentos e habilidades letradas, decorrentes da vida contemporânea, através da promoção de políticas educacionais de dimensão mais estrutural que, associadas a outras políticas sociais, possibilitem a esse segmento da população a universalização do acesso e permanência com sucesso no sistema educacional, garantindo-lhe a conclusão da educação básica. Só assim se entende o atendimento ao direito expresso na Constituição Federal de 1988, que assegura a todos os cidadãos brasileiros, independentemente de idade cronológica, classe social, etnia e gênero, o direito à escolarização que, em sendo um direito social, é um direito humano.

Gestão Democrática da educação de Jovens e Adultos que implica o exercício da participação na prática administrativa dessa modalidade de ensino em todos os sentidos: com inserção política transformadora e emancipatória, com diálogo com todas as áreas do conhecimento e com exercício da tolerância ao diferente, aos direitos dos educandos e a contribuição que cada um individualmente pode dar ao processo educativo.

 Profissionalização do magistério responsável pela Educação de Jovens e Adultos com uma política de valorização que reconheça seu sentido social, a defesa das condições de trabalho e de vida dos docentes dessa modalidade de educação, mediante um vínculo necessário à conquista da melhoria da qualidade da educação e do reconhecimento dos seus profissionais pela sociedade.

Oferta de alfabetização ampliada que, superando a política de campanhas emergenciais e compensatórias, avance na perspectiva da alfabetização como letramento, segundo a acepção anteriormente explicitada.

 

Concepção Metodológica

 

A EJA é uma noção da teoria do conhecimento, concepções, conceitos e conteúdos das totalidades de conhecimentos pautados no estudo, discussão e aprofundamento do projeto político pedagógico em curso na Secretaria de Estado da Educação e que contribuiu para elaboração final desta Proposta Pedagógica de EJA no Estado. Pautando-se em bases políticas e pedagógicas, os objetivos, os princípios e os referenciais teóricos da Educação Popular, Construtivismo Interacionista, Interdisciplinaridade e Avaliação Emancipatória, explorando certos limites dos PCN’s e das Diretrizes de EJA, proposta pelo MEC, para garantir as demandas, características da política e da ação social/educativa na esfera de ensino Estadual em Alagoas e sua expansão, a implantação do projeto do ideário de EJA sediará nas salas de aula, instância do “como fazer”, onde a experimentação das totalidades de conhecimento possa revelar uma organização curricular que trate as vivências escolares de forma crítica, democrática, libertadora e transformadora, seja na Rede Estadual de Ensino, seja na parceria com o movimento social, universidades, prefeituras, igrejas, entre outros atores sociais da sociedade civil.

 

MAPEAMENTO DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL

MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 1º SEGMENTO

 (1º AO 5º ANO)

ARÉAS DO CONHECIMENTO

1ª ETAPA

2ª ETAPA

3ª ETAPA

CHS

CHA

CHS

CHA

CHS

CHA

1. Linguagens, Códigos e suas tecnologias (Língua Portuguesa, Educação Física e Arte)

 

200h

 

200h

 

200h

2. Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias.

 

200h

 

200h

 

200h

3. Ciências Humanas e suas tecnologias (História, Geografia e Ensino Religioso)

 

200h

 

200h

 

200h

TOTAL

15h

600h

15h

600h

15h

600h

 Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual

Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

40h

48 aulas

160h

192 aulas

80h

96 aulas

200h

240 aulas

120h

144 aulas

-

-

Considerando os baixos índices educacionais, as unidades escolares devem oferecer em todas as etapas atividades de leitura e escrita, envolvendo as diversas áreas do conhecimento e os temas transversais.

MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 2º SEGMENTO

 (6º AO 9º ANO) – PRESENCIAL DIURNO

DISCIPLINAS

4ª ETAPA

5ªETAPA

CHS

CHA

CHS

CHA

1. Língua Portuguesa

4

160

4

160

2. Inglês/Espanhol

2

80

2

80

3. Arte

1

40

1

40

4. Educação Física

2

80

2

80

5. Matemática

4

160

4

160

6. Ciências

3

120

3

120

7. História

2

80

2

80

8. Geografia

2

80

2

80

9. Ensino Religioso *

1

40

1

40

TOTAL

21

840

21

840

* Optativa para os alunos.

Módulo-aula: 60 minutos

Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual

 

MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 2º SEGMENTO

 (6º AO 9º ANO) – PRESENCIAL NOTURNO

DISCIPLINAS

4ª ETAPA

5ªETAPA

6ª ETAPA

CHS

CHA

CHS

CHA

CHS

CHA

1. Língua Portuguesa

 

120

 

120

 

120

2. Inglês/Espanhol

 

40

 

40

 

40

3. Arte

 

40

 

40

 

40

4. Educação Física

 

80

 

80

 

80

5. Matemática

 

120

 

120

 

120

6. Ciências

 

80

 

80

 

80

7. História

 

80

 

80

 

80

8. Geografia

 

40

 

40

 

40

9. Ensino Religioso *

 

40

 

40

 

40

TOTAL

15

640

15

640

15

640

* Optativa para os alunos.

Módulo-aula: 60 minutos

Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual

 

 

Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

40h

48 aulas

160h

192 aulas

80h

96 aulas

200h

240 aulas

120h

144 aulas

-

-

 

MATRIZ CURRICULAR MÉDIO – EJA – PRESENCIAL DIURNO/NOTURNO      

DISCIPLINAS

1ª ETAPA

2ªETAPA

CHS

CHA

CHS

CHA

1. Língua Portuguesa

 

120

 

120

2. Língua Estrangeira

 

40

 

40

3. Educação Física

 

80

 

80

4. História

 

40

 

40

5. Geografia

 

40

 

40

6. Biologia

 

40

 

40

7. Química

 

40

 

40

8. Física

 

40

 

40

9. Matemática

 

80

 

80

10. Artes

 

40

 

40

11. Fundamentos Sócio-Filosóficos

 

40

 

40

TOTAL

15

600h

15

600h

Módulo-aula: 60 minutos

Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual

 

Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

Carga Horária

Tempos letivos de 50 mim

40h

48 aulas

160h

192 aulas

80h

96 aulas

200h

240 aulas

120h

144 aulas

-

-

 

Ensino Fundamental

MUNICÍPIO

ESCOLA

SEGMENTO

ANADIA

ESC. EST. RUI BARBOSA

ARAPIRACA

ESC. EST. 30 DE OUTUBRO

---

ARAPIRACA

ESC. EST. ARTUR RAMOS

ARAPIRACA

ESC. EST. AURINO MACIEL

ARAPIRACA

ESC. EST. DOUTOR JOSÉ TAVARES

ARAPIRACA

ESC. EST. MANOEL ANDRÉ

ARAPIRACA

ESC. EST. Pe. JEFFERSON DE CARVALHO

ARAPIRACA

ESC. EST. PROF JOSÉ MOACIR TEÓFILO

ARAPIRACA

ESC. EST. ROTARY

---

ATALAIA

ESC. EST. FLORIANO PEIXOTO

---

BATALHA

ESC. EST. ADALBERTO MARROQUIM

---

BELO MONTE

ESC. EST. SAMPAIO DÓRIA

---

BRANQUINHA

ESC. EST. JUVENAL LOPES F. DE OMENA

CACIMBINHAS

ESC. EST. MUNIZ FALCÃO

CAMPESTRE

ESC. EST. JOSÉ RIBEIRO CAMINHA

---

CAMPO ALEGRE

ESC. EST. DOM CONSTANTINO LUERS

CANAPI

ESC. EST. LUIZ BASTOS

CAPELA

ESC. EST. TORQUATO CABRAL

---

CARNEIROS

ESC. EST. DOUTOR EMÍLIO DE MAIA

---

CHÃ PRETA

ESC. EST. CORONEL PEDRO TEIXEIRA

---

COITÉ DO NÓIA

ESC. EST. ÁLVARO PAES

---

COLÔNIA DE LEOPOLDINA

ESC. EST. ARISTHEU DE ANDRADE

---

COQUEIRO SECO

ESC. EST. CÔNEGO AMANDO DE GUSMÃO

---

CRAÍBAS

ESC. EST. N. SENHORA DA CONCEIÇÃO

DELMIRO GOUVEIA

ESC. EST. DELMIRO GOUVEIA

---

DELMIRO GOUVEIA

ESC. EST. ISOLADA DE DESVIO

---

DOIS RIACHOS

ESC. EST. CÔNEGO JOSÉ BULHÕES

ESTRELA DE ALAGOAS

ESC. EST. LUIZ DUARTE

FEIRA GRANDE

ESC. EST. AFONSO DE CARVALHO

FEIRA GRANDE

ESC. EST. MANOEL LEANDRO DE LIRA

GIRAU DO PONCIANO

ESC. EST. OLIMPIA TENÓRIO LIMA

---

IBATEGUARA

ESC. EST. MONS. LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA BARBOSA

---

IGACI

ESC. EST. DE COITÉ DAS PINHAS

IGACI

ESC. EST. JOSÉ VICENTE FERREIRA DA SILVA

IGREJA NOVA

ESC. EST. ALFREDO RÊGO

---

IGREJA NOVA

ESC. EST. IPIRANGA

---

IGREJA NOVA

ESC. EST. PROF PEDRO REYS

---

JACARÉ DOS HOMENS

ESC. EST. CÔNEGO JASSON SOUTO

JACUÍPE

ESC. EST. MAJOR LUIZ CAVALCANTE

---

JAPARATINGA

ESC. EST. D. ELISEU MARIA GOMES OLIVEIRA

JARAMATAIA

ESC. EST. DE JARAMATAIA

---

JOAQUIM GOMES

ESC. EST. MARIO GOMES DE BARROS

---

LAGOA DA CANOA

ESC. EST. N. SENHORA DA CONCEIÇÃO

LIMOEIRO DE ANADIA

ESC. EST. FRANCISCO DOMINGUES

MACEIO

ESC. EST. PROFª MARIA LÚCIA LINS DE FREITAS

MACEIO

ESC. EST. MARIA IVONE SANTOS DE OLIVEIRA

 

 

MACEIO

ESC. EST. PROFº LIBERALINO BONFIM DE OLIVEIRA

MACEIÓ

ESC. EST. CAPITÃO ÁLVARO VICTOR

---

MACEIÓ

ESC. EST. CINCINATO PINTO

---

MACEIÓ

ESC. EST. DR. JÚLIO AUTO

---

MACEIÓ

ESC. EST. JORNALISTA FREITAS NETO

---

MACEIÓ

ESC. EST. EDUARDO EMILIANO DA FONSECA

 

MACEIÓ

ESC. EST. PROF ANÍSIO TEIXEIRA

 

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª JOSEFA DA CONCEIÇÃO COSTA

 

MACEIÓ

ESC. EST. SANTA TEREZA D´ÁVILA

 

MACEIÓ

ESC. EST. TAVARES BASTOS

 

MACEIÓ

C. EDUC. DE JOVENS E ADULTOS PAULO FREIRE

---

MACEIÓ

ESC. EST. ANA COELHO PALMEIRA

MACEIÓ

ESC. EST. CAMPOS TEIXEIRA

MACEIÓ

ESC. DEP. GUILHERMINO DE OLIVEIRA

---

MACEIÓ

ESC. EST. ENG. ÉDSON SALUSTIANO DOS SANTOS

---

MACEIÓ

ESC. EST. JARSEN COSTA

---

MACEIÓ

ESC. EST. JORNALISTA RAUL LIMA

---

MACEIÓ

ESC. EST. LADISLAU NETO

MACEIÓ

ESC. EST. MIRAN MARROQUIM QUINTELA CAVALCANTE

MACEIÓ

ESC. EST. MONS. BENÍCIO DE BARROS DANTAS

MACEIÓ

ESC. EST. PROF MÁRIO BROAD

MACEIÓ

ESC. EST. PROF ROSALVO LOBO

MACEIÓ

ESC. EST. PROF VIRGÍNIO DE CAMPOS

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª EROTILDES RODRIGUES SALDANHA

MACEIÓ

ESC. EST. MARCELO RESENDE

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª MALBA LINS COSTA

---

MACEIÓ

ESC. EST. ALFREDO GASPAR DE MENDONÇA

MACEIÓ

ESC. EST. CEL FRANCISCO ALVES DA MATA

MACEIÓ

ESC. EST. DEPUTADO NENOÍ PINTO

MACEIÓ

ESC. EST. DOUTOR JOSÉ MARIA DE MELO

---

MACEIÓ

ESC. EST. MANOEL DE ARAÚJO DÓRIA

MACEIÓ

ESC. EST. OVÍDIO EDGAR DE ALBUQUERQUE

MACEIÓ

ESC. EST. PASTOR JOSÉ TAVARES DE SOUZA

MACEIÓ

ESC. EST. PROF JOSÉ REMI LIMA

---

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª ROSALVA PEREIRA VIANA

MACEIÓ

ESC. EST. ROMEU DE AVELAR

MACEIÓ

ESC. EST. ROTARY

---

MACEIÓ

ESC. EST. JOSÉ VITORINO DA ROCHA

 

 

MACEIÓ

ESC. EST. PROF JOSÉ DA SILVEIRA CAMERINO

 

 

MAJOR ISIDORO

ESC. EST. CONSTANÇA DE GÓIS MONTEIRO

MARAVILHA

ESC. EST. PROF ATANAGILDO BRANDÃO

MARIBONDO

ESC. EST. ODETE BONFIM

---

MATA GRANDE

ESC. EST. DEMÓCRITO GRACINDO

MATA GRANDE

ESC. EST. GENTIL DE ALBUQUERQUE MALTA

---

MATA GRANDE

ESC. EST. ISOLADA SANTA CRUZ DO DESERTO

MATRIZ DE CAMARAGIBE

ESC. EST. PROFª MARIA ANTONIA DE OLIVEIRA SANTOS

---

MATRIZ DE CAMARAGIBE

ESC. EST. SATURNINO DE SOUZA

MESSIAS

ESC. EST. PROFª JUDITE NASCIMENTO SILVA

---

MINADOR DO NEGRÃO

ESC. EST. BELARMINO VIEIRA BARROS

MONTEIROPOLIS

ESC. EST. DE MONTEIRÓPOLIS

---

MURICI

ESC. EST. DR ARTUR LOPES FERREIRA

---

OLHO ÁGUA GRANDE

ESC. EST. ANÁLIA TENÓRIO

---

OLHO D´ÁGUA DAS FLORES

ESC. EST. PADRE ANTÔNIO DUARTE

OLHO D´ÁGUA DO CASADO

ESC. EST. JOÃO FRANCISCO SOARES

---

OURO BRANCO

ESC. EST. PROFª JOANITA DE MELO

PALESTINA

ESC. EST. MANOEL PEREIRA FILHO

---

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. ANTONIA MACEDO

---

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. DJANIRA SANTOS SILVA

---

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. EGÍDIO BARBOSA DA SILVA

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. ESTADO DE NOVA JERSEY

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. ISOLADA DA MAÇONARIA

---

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. JOSÉ VITORINO DA ROCHA

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. LEOBINO SOARES DA MOTA

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. MONSENHOR MACEDO

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. MONSENHOR RIBEIRO VIEIRA

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. EST. NORMAL GRACILIANO RAMOS

---

PALMEIRA DOS INDIOS

ESC. PROF DOUGLAS APRATO TENÓRIO

PALMEIRA DOS INDIOS

CEJA REMY MAIA

 

 

PÃO DE AÇUCAR

ESC. EST. PADRE JOSÉ SOARES PINTO

---

PÃO DE AÇÚCAR

ESC. EST.  ALECRIM

---

PÃO DE AÇÚCAR

ESC. EST.  MACHADO

---

PAULO JACINTO

ESC. EST. DEPUTADO JOSÉ MEDEIROS

PENEDO

ESC. EST. ALCIDES ANDRADE

---

PENEDO

ESC. EST. CLEMENTINO DO MONTE

---

PENEDO

ESC. EST. PROF ERNANI MERO

---

PENEDO

ESC. EST. PROF JOÃO VALERIANO DE OLIVEIRA

PENEDO

ESC. EST. PROFª RUTH MENDONÇA

PIAÇABUÇU

ESC. EST. CORREIA TITARA

PILAR

ESC. EST. OLIVEIRA E SILVA

PIRANHAS

ESC. EST. DE XINGÓ I - UNEX I

PIRANHAS

ESC. EST. DE XINGÓ II - UNEX II

POÇO DAS TRINCHEIRAS

ESC. EST. PROFª JOSEFA DE SOUZA LIMA

---

PORTO CALVO

ESC. EST. PROF GUEDES DE MIRANDA

---

PORTO DE PEDRAS

ESC. EST. CIRIDIÃO DURVAL

PORTO REAL COLÉGIO

ESC. EST. FIRMO DE CASTRO

QUEBRANGULO

ESC. EST. DESEMB. TENÓRIO

---

RIO LARGO

ESC. EST. FERNANDINA MALTA

---

RIO LARGO

ESC. EST. SANTOS DUMONT

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. LYONS CLUB

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. ORMINDO BARROS

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. PROFª HELENA BRAGA DAS CHAGAS

---

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. ROTARY

SANTANA DO MUNDAU

ESC. EST. MANOEL DE MATOS

---

SÃO JOSÉ DA LAJE

ESC. EST. CARLOS LYRA

---

SÃO JOSÉ TAPERA

ESC. EST. JOSÉ SOARES FILHO

---

SÃO LUIZ DO QUITUNDE

ESC. EST. MESSIAS DE GUSMÃO

---

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES

ESC. EST. DE PORTO DA RUA

---

SÃO SEBASTIÃO

ESC. EST. PROF JOSÉ FÉLIX DE C. ALVES

---

SENADOR RUI PALMEIRA

ESC. EST. DE RIACHO GRANDE

TANQUE D´ARCA

ESC. EST. ROSA DE CASTRO FONSECA

TAQUARANA

ESC. EST. SANTOS FERRAZ

TRAIPU

ESC. EST. DEPUTADO JOSÉ MEDEIROS

---

UNIÃO DOS PALMARES

ESC. EST. DOUTOR JORGE DE LIMA

---

UNIÃO DOS PALMARES

ESC. EST. DR. PAULO DE CASTRO SARMENTO

VIÇOSA

ESC. EST. 13 DE OUTUBRO

---

VIÇOSA

ESC. EST. MONSENHOR MACHADO

OBS.: Haverá modificações à partir de Janeiro

Ensino Médio

MUNICÍPIO

ESCOLA

BATALHA

ESC. EST. MARIA DE LOURDES SANTOS DA SILVA

CACIMBINHAS

ESC. EST. MUNIZ FALCÃO

CAMPESTRE

ESC. EST. JOSÉ RIBEIRO CAMINHA

CANAPI

ESC. EST. LUIZ BASTOS

CORURIPE

ESC. EST. DJALMA BARROS SIQUEIRA

DOIS RIACHOS

ESC. EST. CÔNEGO JOSÉ BULHÕES

FEIRA GRANDE

ESC. EST. MANOEL LEANDRO DE LIRA

JACARÉ DOS HOMENS

ESC. EST. CÔNEGO JASSON SOUTO

JACUÍPE

ESC. EST. MAJOR LUIZ CAVALCANTE

JARAMATAIA

ESC. EST. DE JARAMATAIA

JOAQUIM GOMES

ESC. EST. MARIO GOMES DE BARROS

JUNDIÁ

ESC. EST. DELMO FERREIRA DA SILVA

LAGOA DA CANOA

ESC. EST. N. SENHORA DA CONCEIÇÃO

MACEIÓ

C. EDUC. DE JOVENS E ADULTOS PAULO FREIRE

MACEIÓ

ESC. EST. TAVARES BASTOS

MACEIÓ

ESC. EST. CAMPOS TEIXEIRA

MACEIÓ

ESC. EST. MONS. BENÍCIO DE BARROS DANTAS

MACEIÓ

ESC. EST. PROF ROSALVO LOBO

MACEIÓ

ESC. EST. ROMEU DE AVELAR

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª BENEDITA DE CASTRO LIMA

MACEIÓ

ESC. EST. MARIA IVONE SANTOS DE OLIVEIRA

MACEIÓ

ESC. EST. PROF AFRÂNIO LAGES

MACEIÓ

ESC. EST. PROF JOSÉ DA SILVEIRA CAMERINO

MACEIÓ

ESC. EST. PROFª LAURA DANTAS

MAJOR ISIDORO

ESC. EST. CONSTANÇA DE GÓIS MONTEIRO

MARAGOGI

ESC. EST. BATISTA ACIOLY

MARAVILHA

ESC. EST. PROF ATANAGILDO BRANDÃO

MATRIZ DE CAMARAGIBE

ESC. EST. PROFª MARIA ANTONIA DE OLIVEIRA SANTOS

MESSIAS

ESC. EST. PROFª JUDITE NASCIMENTO SILVA

OLHO D´ÁGUA DAS FLORES

ESC. EST. ÂNGELO DE ABREU

OLIVENÇA

ESC. EST. DESEMBAR. AUGUSTO COSTA

OURO BRANCO

ESC. EST. PROFª JOANITA DE MELO

PALMEIRA DOS INDIOS

C. DE EDUC. DE JOVENS E ADULTOS REMY MAIA

PÃO DE AÇUCAR

ESC. EST. BRÁULIO CAVALCANTE

PÃO DE AÇUCAR

ESC. EST. PADRE JOSÉ SOARES PINTO

PASSO DE CAMARAGIBE

ESC. EST. AMBRÓSIO LIRA

PENEDO

ESC. EST. ALCIDES ANDRADE

PILAR

ESC. EST. OLIVEIRA E SILVA

PIRANHAS

ESC. EST. DE XINGÓ II - UNEX II

PORTO CALVO

ESC. EST. NOSSA SRA DA APRESENTAÇÃO

PORTO DE PEDRAS

ESC. EST. CIRIDIÃO DURVAL

RIO LARGO

ESC. EST. FERNANDINA MALTA

RIO LARGO

ESC. EST. FRANCISCO LEÃO

RIO LARGO

ESC. EST. SANTOS DUMONT

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. PROF MILENO FERREIRA DA SILVA

SANTANA DO IPANEMA

ESC. EST. PROFª LAURA MARIA CHAGAS DE ASSIS

SÃO JOSÉ TAPERA

ESC. EST. LUCILO JOSÉ RIBEIRO

SÃO LUIZ DO QUITUNDE

ESC. EST. PROFª MARIA MARGARIDA SILVA PUGLIESI

SÃO SEBASTIÃO

ESC. EST. PROF JOSÉ FÉLIX DE C. ALVES

TANQUE D´ARCA

ESC. EST. GOVERNADOR LAMENHA FILHO

TEOTONIO VILELA

ESC. EST. DE ED. BASICA PEDRO JOAQUIM DE JESUS

TRAIPU

ESC. EST. PROFª MARIA AVELINA DO CARMO

 

 

Atendimento

 

A Proposta Pedagógica de Educação de Jovens e Adultos do Estado de Alagoas, visando garantir o Ensino Fundamental e Médio, tanto nos CEJA’s como em outras Escolas da Rede Estadual do Ensino e em parcerias com a sociedade civil, buscará diversificar ao máximo as oportunidades e as aprendizagens. Dessa forma garante o que preconiza a Lei de Diretrizes e Bases Da Educação LDB 9.394/96, no artigo 4º, inciso VII que a assegura como dever do Estado:

                      

“Oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas as suas necessidades e disponibilidades, garantindo aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola”.

 

Competências

 

a)                 Coordenar o processo de mobilização e participação das diversas redes, instituições e sociedade organizada na elaboração das políticas de educação de jovens e adultos no estado, de modo a garantir o atendimento às necessidades educacionais e as expectativas sociais;

b)                 Propor diretrizes gerais para a efetivação da educação de jovens e adultos no estado de Alagoas, de modo a garantir o acesso dessa população á escolarização, ás condições básicas de permanência e à qualidade da educação ofertada, tomando como referência as metas e os padrões curriculares pré-estabelecidos para a educação básica e educação de jovens e adultos e a análise dos dados educacionais;

c)                 Articular-se comas redes públicas, privadas e comunitárias do estado para elaboração de orientações e materiais de apoio à implementação das políticas de educação de jovens e adultos nas diversas redes de ensino de Alagoas, articuladas ás políticas e diretrizes da educação básica;

d)                 Organizar e coordenar fóruns representativos das diversas redes de jovens e adultos no estado e da sociedade civil organizada para promover o controle sobre o processo de implantação das políticas dessa modalidade da educação básica e de avaliação dos resultados educacionais;

e)                 Definir diretrizes para implementação das políticas educacionais para os jovens e adultos privados de liberdade no estado;

f)                   Propor diretrizes para a implantação de propostas pedagógicas adequadas ao ensino no período noturno, respeitadas as peculiaridades, as necessidades do aluno-trabalhador e os padrões de qualidade da educação básica;

g)                 Propor diretrizes gerais para vinculação da formação acadêmica ao mundo do trabalho e à prática social no currículo da educação de jovens e adultos;

h)                 Elaborar documentos de orientação, aprofundamento e apoio ao processo de implementação das políticas da educação de jovens e adultos na prática pedagógica das instituições ofertantes no estado;

i)                   Propor indicadores e padrões de qualidade para a educação de jovens e adultos do Sistema Estadual de Educação;

j)                    Oferecer subsídios para a elaboração e implementação de processos de gestão democrática e planejamento da educação de jovens e adultos nas diversas redes do estado;

k)                 Propor diretrizes gerais para a formação continuada dosprofissionais da educação de jovens e adultos;

l)                    Promover ações de incentivo à organização de grupos de estudos, desenvolvimento de pesquisas educacionais para a especificidade dessa categoria social e valorização de experiências significativas para a ampliação do acesso, a garantia de permanência e a construção da qualidade dessa modalidade de ensino no estudo;

m)               Propor formas de acompanhamento, monitoramento e avaliação da gestão do trabalho pedagógico da educação de jovens e adultos, no sentido de auxiliar a implantação de instrumentos e mecanismos de gestão do processo e também dos resultados;

n)                 Analisar os resultados da aprendizagem dos alunos da educação de jovens e adultos das diversas redes de ensino para identificar os aspectos a serem focalizados e reorientados na implantação das políticas educacionais;

o)                  Analisar os indicadores educacionais das diversas redes na efetivação das políticas da educação de jovens e adultos no que se refere á universalização do acesso, ás condições de permanência e à qualidade da educação ofertada para reorientação do processo de implantação;

p)                 Propor diretrizes gerais para a implantação de projetos de iniciação á pesquisa cientifica dos alunos nas instituições de educação de jovens e adultos

 

q)                 Analisar e manifestar-se sobre programas e projetos pedagógicos relativas a educação de jovens e adultos que sejam de interesse e de aplicação no estado.



[1] Letramento aqui é entendido como estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas que usam a escrita (cf.Soares, Magda, 1999).

[2] Pesquisa realizada pela Ação Educativa (ONG com sede em São Paulo) e pelo Instituto Pedro Montenegro (fundação sem fins lucrativos, mantido pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública – IBOPE), no ano de 2000, com pessoas de 15 a 64 anos de idade.

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