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25/08/2017 - 17h07m

Medalhistas nas Olimpíadas de Matemática relatam amor pelos cálculos

Dedicação aos estudos e paixão pela disciplina são ingredientes para a conquista de medalhas, dizem alunos

Medalhistas nas Olimpíadas de Matemática relatam amor pelos cálculos
Texto de Ana Paula Lins

Veteranos e estreantes, os alunos presentes à cerimônia de premiação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), realizada nessa quarta-feira (23) no Palácio República dos Palmares, contaram como conseguiram conquistar a tão sonhada medalha da Olimpíada.

 

Desde 2010 participando da disputa, o estudante Maxmilian Barros é o pioneiro da Obmep em São José da Laje. Com cinco medalhas de bronze no currículo – três pela Escola Municipal Benício Barbosa e duas pela Escola Estadual Padre Teófanes – ele é o segundo aluno que mais conquistou medalhas na competição em Alagoas.

 

“Para conseguir uma medalha, é preciso estudar muito, e, às vezes, abrir mão de alguns momentos de lazer. No final, o resultado vem e vale muito a pena”, garante Maxmilian, hoje estudante de Matemática da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

 

Outro veterano da Olimpíada é Ericlefyson Silva de Santana, trimedalhista de bronze com a Escola Estadual Egídio Barbosa, em Palmeira dos Índios. Natural da zona rural de Belém, ele conta como se prepara para as provas. “Faltando um mês para as provas, intensifico os estudos e tenho um amigo que é acadêmico de Matemática na Ufal que também me ajuda”, relata. O pai de Ericlefyson, o agente de endemias Erivaldo Junior, não escondia o orgulho pelos feitos do filho. “Quero que ele conquiste tudo o que eu não pude ter na idade dele”, diz.

 

Estreantes

 

Se Maxmilian e Ericlefyson são veteranos, Joaquim da Silva Neto, da Escola Estadual Jorge de Lima, de União dos Palmares, é estreante na premiação. “Confesso que não esperava ganhar medalha. Fiquei muito feliz com o resultado”, conta o estudante do 8º ano do ensino fundamental.

 

A premiação teve ainda a presença do boliviano de nascimento Ian Jairo Torres, bronze com a Escola Estadual Fernandes Lima. Há dois anos e meio em Alagoas, ele pretende se aprofundar mais nos estudos da disciplina. “Tive muito incentivo da Escola Fernandes Lima e do Instituto Federal de Alagoas, onde estudo hoje. Quero fazer faculdade em Alagoas, gosto muito daqui”, diz o estudante.

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